15 April 2013

Padrão dos Descobrimentos

Here are some night views of the Padrão dos Descobrimentos statue.
As you can see, it sits along the Tagus river.  It is located in Belém.
It is the river where they would do trade to India and China when the
Portuguese monopolistically dominated the ocean trade
 during the 14th and 15th centuries.  I will include a part of my
research paper at the bottom that talks about these centuries of discovery
and their cultural impact on Portugal today.
The sign says prohibited: fishing and taking baths, in case you wanted to take a bath here.



Here is the view on the river of the famous bridge and Christ statue as well as the Portuguese flag.




Esta época chama-se os Descobrimentos é provávelmente é o mais conhecido que todos, porque foi neste tempo que Portugal descobriu o mundo.  Os primeiros marcos mais importantes foram primeiro, quando após várias tentativas, passar além do cabo Bojador (Marques 139) e depois descobrir o cabo de Boa Esperança, “e chamando assim- o mais impressionante, o que parecia estar mais a sul-na esperança simbólica de que for a aberto o caminho para Índia” (Marquess 203).   Estas duas descobertas mudaram tudo e prepararam Vasco da Gama para a sua exploração marítima. “Longe de ser uma aventura, raras terão sido, de facto, as viagens, anteriores ou posteriores, tão meticulosamente planeadas e preparadas como esta.  Vasco da Gama viajou para o Oriente como primeiro embaixador de Portugal” (Page 142).
Portugal queria descobrir Índia por motivos económicos.  Portugal viu uma “necessidade de salvação do estado depauperado das finanças portuguesas através do retorno em ouro e especiarias possibilitado pela previsível descoberta do caminho maritime para a Índia” (Real 75).  Poucos anos depois da descoberta de Índia, foi descoberto o Brasil e mais tarde, a Ásia.  “Os Portugueses interferiam no tráfico local, às vezes dominando-o inteiramente.  De Moçambique ao Japão, tinham parte considerável em todas as formas de comércio.  Levaram ouro e marfim da África Oriental para a Índia e para a China, pérolas de Ormuz e de Ceilão para a Índia para Bengala, diamantes da Índia meridional e do Bornéu para a Índia setentrional, Malaca e Pegú, cavalos da Arábia e da Pérsia para a Índia, escravos da África Oreiental e de Madagáscar para a Índia também” (Marquess 318).  Este período dos descobertos impulsionou a economia portuguesa.
Fora do monopólio de comércio, os portugueses deixaram também a sua marca noutros países.  “Em terra, não tinham qualquer ambição colonial, mas construíam uma série de cidades portugueses, desde Recife, na América do Sul, até Mombaça, na África Oriental; de Goa, na Índia, e Malaca, na Malásia, atė Macau, no estuário do rio das Pérolas, ou o porto de Nagasáqui, no Japão” (Page 143).  Até hoje, a lingua portuguesa é falado nos países do Brasil, o Mozambique, Angola, Guinea-Bissau, Macau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.
A cultura Portuguesa conheceu muitos desenvolvimentos nesta época, fruto do contacto com diferentes culturas.  Por exemplo, quando “atingiram a Ilha de Moçambique, no dia 29 de Março de 1498, tendo sido esta a sua primeira experiência com o comércio e cultura árabes, que dominavam as costas do oceano Índico” (Page 146).  Eles viram “que transportavam ouro, prata, pregos, pimenta, gengibre, pérolas, safiras e rubis e que tinham uma tez castanho-encarniçada, e corpos bem proporcionados.  Vestiam-se bem, com túnicas de algodão listrado e turbantes debruados em brocado” (Page 147).  Claramente, os descobrimetos deixaram uma forte marca na civilização Portuguesa com muitas coisas novas como comida, plantas, roupa e o modo de viver.  Este desenvolvimento cultural inspirou muitos escritores.  “Apesar de todos estes freios a um desenvolvimento cultural pleno, o mundo português tinha ainda vigor bastante para produzir um bom número de obras-primas e rivalizar com a Europa culta.  Luís Camōes foi o maior de todos, com Os Lusíadas publicados em 1572 e rapidamente difundidos pela Europa ilustrada” (Marquess 277).  Camões definiu o que é ser português.  “Porém, do ponto de vista da cultura Portuguesa, a obra de Camões corresponde igualmente à maxima expressão do desejo pátrio providencialista- Portugal é assumido como povo eleito pelos deuses, fundador do Quinto Império, nação priveligiada cujos heróis possuem o direito de repousar na Ilha dos Amores” (Real 97).


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